Pretendemos ir construindo um guia da pintura naturalista portuguesa.
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domingo, 11 de dezembro de 2016
Bailarina
Dom Carlos de Bragança
Bailarina
Carvão e pastel sobre papel
Fundação da Casa de Bragança - Paço Ducal de Vila Viçosa
Gado à bebida
Dom Carlos de Bragança
Gado à bebida ( Ribatejo), 1896
Pastel sobre cartão
Fundação da Casa de Bragança - Paço Ducal de Vila Viçosa
O marroquino
Dom Carlos de Bragança
O marroquino, 1904
Pastel sobre cartão
Fundação da Casa de Bragança - Paço Ducal de Vila Viçosa
Rochedo batido pelas vagas
Dom Carlos de Bragança
Rochedo batido pelas vagas (cascais), 1907
Pastel sobre tela
Fundação da Casa de Bragança - Paço Ducal de Vila Viçosa
Varinas
Dom Carlos de Bragança
Varinas, 1904
Pastel sobre cartão
Fundação da Casa de Bragança - Paço Ducal de Vila Viçosa
Perfil de ancião
Dom Carlos de Bragança
Perfil de Ancião ( José Maria Pires da Silva), 1907
Pastel sobre cartão
Fundação da Casa de Bragança - Paço Ducal de Vila Viçosa
quinta-feira, 8 de dezembro de 2016
Barco
Dom Carlos de Bragança
Barco, 1878
Aguarela sobre papel
14 x 22, 5
Museu José Malhoa, Caldas da Rainha
Representação de um veleiro de grandes proporções, em perfil, direccionado para o lado direito, com as velas içadas, tendo hasteado em três dos mastros a bandeira francesa. As velas são triangulares, representadas com linhas verticais a lápis grafite no seu interior, pintadas a amarelo aguado, a chaminé é em amarelo torrado, os mastros são castanhos e o casco a castanho escuro. Suves aguadas azuis determinam o céu e o mar. No horizonte, adivinha-se uma outra embarcação vinda na direcção contrária. A tonalidade cromática da aguarela oscila entre a utilização dos brancos, azuis e cinzas. No verso da aguarela, a lápis de grafite, vários ensaios de assinaturas: "D. Carlos Duque de Bragança, D. Pedro Vaz de Noronha e DCarlos".
Doação - Oferta de José Dias Sanches, cônsul de Portugal em Orense, Espanha
Mexilhoeiro
Dom Carlos de Bragança
Mexilhoeiro, 1885
Aguarela
22,2 x 13,3
Museu Nacional da Arte Contemporânea no Chiado
Uma onda rebenta violentamente numa falésia, semi-escondida pela espuma, vendo-se em cima algumas aves voando
Pertenceu à colecção particular da Duquesa de Bragança e em seguida da Rainha D. Amélia. Por falecimento desta, transitou para a colecção do Conde de Paris, que a doou ao Estado português através da Fazenda Pública.
Baía de Cascais
Dom Carlos de Bragança
Baía de Cascais, 1885
Aguarela sobre papel
13,2 × 34,3 cm
Museu Nacional da Arte Contemporânea no Chiado
Cascais
Dom Carlos de Bragança
Cascais, 1884Aguarela sobre papel colado em folha de álbum
11,6 × 23 cm
Museu Nacional da Arte Contemporânea no Chiado
Historial
Pertenceu à colecção particular da Duquesa de Bragança, depois, Rainha D. Amélia. Depois da sua morte, transitou para a colecção do Conde de Paris, que a doou ao Estado português através da Fazenda Pública, em 1955.
Exposições
Lisboa, 1958, 28; Oeiras, 1998, cor.
Estas panorâmicas de Cascais integram álbuns, encadernados e de grandes dimensões, com apontamentos e registos dos passeios reais, reflectindo uma curiosa sensibilidade
pictórica e grande qualidade técnica, que por vezes associa a aguarela e a tinta-da-china, em páginas criativas de dinâmicas manchas estilísticas. Fialho de Almeida afirmava que o rei se esforçava “por pintar em português”, representando mares próximos da capital,
e especialmente na zona de Cascais, onde a família real estanciava. Afastado de mundanidades mas também do governo do país, numa monarquia polémica e contestada, desenvolvia o seu interesse pelos temas marítimos, pouco habituais na pintura portuguesa. O seu sensitivo tratamento da luz, em captações vigorosas de mar ou, neste caso, o registo da tranquilidade serena das águas da baía, que se estende por um casario ordenado e suaves colinas ou arribas, referenciam obras que ultrapassam o apontamento e assumem uma talentosa dimensão artística, habilmente desenvolvida na sua produção de marinhas.
Maria Aires Silveira
Pertenceu à colecção particular da Duquesa de Bragança, depois, Rainha D. Amélia. Depois da sua morte, transitou para a colecção do Conde de Paris, que a doou ao Estado português através da Fazenda Pública, em 1955.
Exposições
Lisboa, 1958, 28; Oeiras, 1998, cor.
Estas panorâmicas de Cascais integram álbuns, encadernados e de grandes dimensões, com apontamentos e registos dos passeios reais, reflectindo uma curiosa sensibilidade
pictórica e grande qualidade técnica, que por vezes associa a aguarela e a tinta-da-china, em páginas criativas de dinâmicas manchas estilísticas. Fialho de Almeida afirmava que o rei se esforçava “por pintar em português”, representando mares próximos da capital,
e especialmente na zona de Cascais, onde a família real estanciava. Afastado de mundanidades mas também do governo do país, numa monarquia polémica e contestada, desenvolvia o seu interesse pelos temas marítimos, pouco habituais na pintura portuguesa. O seu sensitivo tratamento da luz, em captações vigorosas de mar ou, neste caso, o registo da tranquilidade serena das águas da baía, que se estende por um casario ordenado e suaves colinas ou arribas, referenciam obras que ultrapassam o apontamento e assumem uma talentosa dimensão artística, habilmente desenvolvida na sua produção de marinhas.
Maria Aires Silveira
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
Charneca dos Almos
Dom Carlos de Bragança
Charneca dos Almos, Alentejo.
Pastel sobre papel
Museu Nacional da Arte Contemporânea
domingo, 4 de dezembro de 2016
O sobreiro
Dom Carlos de Bragança
O Sobreiro é uma pintura a pastel sobre cartão. Pintado em 1905 e mede 177 cm de altura e 91 cm de largura;
A pintura pertence ao Museu da Fundação da Casa de Bragança de Vila Viçosa.
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